quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

quero ir à lua - parte 2

Não posso deixar de comentar o post anterior...
A internet então é um meio democrático em meio a tal circunstância? Ou, como citado abaixo, a pirataria em si. Eu não consigo acreditar que tem gente que ainda se deixar convencer que a exibição, a divulgação é escassa porque o interesse público é mínimo. Qual a função da indústria cultural? Educar, censurar?
Sejamos então uma geração de piratas sedentos...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

quero ir à lua



Volta e meia passo por uma loja ou barraca de camelô, e garimpo verdadeiros futuros clássicos e cults. E compro no camelô mesmo, já que a maioria deles não passam pelas telonas. (essa frase não inclui hipocrisia, pois sim, eu pirateio, nem locadora compra filme novo mais!).
É realmente importante a experiência e o esforço que a indústria cinematográfica faz atualmente para que não morra. Esforço que teve seu reinício e salvação recente com os efeitos criados pelos irmãos Wachowski, levando as possibilidades visuais para outro patamar.., estendido e malhados nos longas de super - heróis, em poucos momentos aproveitados em todo seu potencial. Agora é o Cameron e seu Avatar, de novo aclamado como salvador da indústria. E pode apostar,e vale um post de retratação se não arrastar as principais estatuetas. Afinal de contas, um depende do outro.
Mas voltando ao foco, depois desta enorme parêntese sem parêntese, é preciso ter em mente que existe algo além de socos, chutes e entretenimento; a reflexão. Por exemplo, esperei pelos cinemas, sofri para achar, e só consegui ver em casa a pouco tempo uma pedra preciosa, Lunar - primeiro longa do filho do camaleão e homem das estrelas, David Bowie.
O filme de Duncan Jones é sensacional, hipnótico, e com uma grande atuação de Sam Rockwell, que faz quase um monólogo, duelando consigo mesmo, através de técnicas de sicronia. É ver pra crer.
Mas depois da sessão caseira pensei: "Por que não pasou no cinema? Descaso? Pouco potencial lucrativo? Ruim? Caso a primeira e segunda opções e me dirijo aos caros distribuidores "Se salvem, mas não me subestimem nem carreguem meu intelecto junto"".